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ESTUDO APONTA QUE O RÁDIO É A MELHOR MÍDIA:
UMA MÍDIA AINDA MUITO INFLUENTE NA VIDA DE MUITA GENTE.
Por Administrador
Publicado em 29/06/2026 22:08 • Atualizado 29/06/2026 22:39
ENTRETENIMENTO:
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ESTUDO ABERT-01 DE JUNHO DE 2026.

Em seus 25 anos de existência, o Grupo Radioweb investiu em informação de qualidade. Para isso, apostou desde sempre no rádio como ferramenta de comunicação de grande capilaridade e com uma relação de extrema confiança dos ouvintes. O que nos move, agora também é comprovado por dados: a mais recente pesquisa da Quaest revela que o rádio lidera em índice de credibilidade, com 81%, considerado o maior entre todos os meios de comunicação.

Esse resultado reforça uma realidade que acompanhamos há anos. O rádio é muito presente na rotina dos brasileiros, alcançando 79% da população nas 13 regiões metropolitanas monitoradas, com um tempo médio de escuta de 3 horas e 47 minutos por dia. Mais do que um meio de comunicação, ele segue sendo uma companhia diária e uma fonte confiável de informação.

Rádio 3.0
A pesquisa "Rádio 3.0: relevância e força de estratégia para o mercado publicitário", encomendada pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, considera o veículo híbrido. O rádio 3.0 une a força da transmissão tradicional à inteligência e aos dados da internet, expandindo-se em multiplataformas como streaming, redes sociais, aplicativos, podcasts e carros conectados.
É justamente nessa vanguarda que a Radioweb atua para atender o crescimento no mercado de comunicação. Portanto, o recente levantamento da Abert não surpreende, mas reafirma a força e o poder de transformação do rádio diante das novas tecnologias.

Forte abraço,

Agência Radio Web

LEIA O ESTUDO:

RÁDIO 3.0-RELEVÂNCIA E FORÇA DE ESTRATÉGIA PARA O MERCADO PUBLICITÁRIO.

COMO ESTE TRABALHO FOI REALIZADO:

Este trabalho foi realizado pela ABERT, Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, a partir de uma metodologia de pesquisa fundamentada na análise de resultados, indicadores e números consolidados por empresas, institutos e instituições de pesquisa do Brasil e do exterior.

A iniciativa nasce do entendimento de que o mercado publicitário necessita de um documento de referência atualizado, organizado e tecnicamente embasado, capaz de apresentar, com clareza e consistência, a força, o alcance e a relevância estratégica do rádio no atual ecossistema de comunicação.

A metodologia adotada prioriza dados originais de institutos de pesquisa, órgãos regulatórios, associações setoriais e estudos de mercado, com recorte temporal a partir de 2023. São consideradas exceções e informações estruturais relevantes, como o Censo IBGE 2022 e regulamentações da Anatel. Todas as afirmações apresentadas no relatório são acompanhadas de citação inline à respectiva fonte primária.

O trabalho foi desenvolvido por:

Cristiano Stuani, consultor de emissoras de rádio

Daniel Starck, tudoradio.com

Juliana Paiva, CEO da Radiodata, especialista em estratégia e monetização para áudio

Este relatório é um documento vivo. Ao longo do ano, novas pesquisas, indicadores e dados relevantes serão incorporados à medida que forem publicados por fontes primárias, garantindo que o material permaneça atualizado, consistente e representativo da realidade do setor.

SOBRE ESTE RELATÓRIO: O RÁDIO 3.0

Este relatório é sobre o rádio 3.0. Não como uma fase rígida dentro de um cronograma de versões, mas como resultado de uma evolução contínua do meio ao longo do tempo, acompanhando mudanças tecnológicas, novos hábitos de consumo e diferentes formas de distribuição.

O rádio que nasceu no dial avançou para o streaming, incorporou o digital, passou a dialogar com redes sociais, vídeo, podcasts, aplicativos, caixas inteligentes, carros conectados e eventos ao vivo. Hoje se consolida como um ecossistema multiplataforma. Nesse contexto, o áudio continua sendo a matriz central, mas circula em múltiplos ambientes, com diferentes formatos e pontos de contato com o público.

Quando se fala em rádio multiplataforma, portanto, o conceito é mais amplo do que "a emissora também faz vídeo". O rádio está no FM, no streaming, no aplicativo, no site, no celular, no carro, nas caixas inteligentes, nos fones de ouvido, nas redes sociais, nos podcasts, nos cortes sob demanda, nas ativações presenciais e em experiências digitais integradas. Dentro dessa trajetória, o rádio híbrido surge como mais um momento importante de evolução, ao combinar a força do broadcast com recursos da internet, dados e interfaces conectadas, somando-se aos avanços anteriores sem substituí-los.

O rádio 3.0 é, portanto, o modelo de rádio que mantém o áudio como matriz central, distribuído tanto pelo dial quanto pelo digital, expandindo sua presença em múltiplas plataformas, dispositivos e formatos, ao vivo e sob demanda, com vídeo e outras frentes como extensões complementares. É o rádio que está em todos os lugares onde o ouvinte está.

SUMÁRIO EXECULTIVO:

O rádio é um dos meios de comunicação mais poderosos e estratégicos do ecossistema de mídia mundial. Com bilhões de ouvintes mensais no planeta e um século de evolução, o meio se destaca pela combinação única de alcance massivo, proximidade local e credibilidade inabalável. Este relatório consolida as evidências mais recentes para demonstrar com dados concretos por que o rádio merece uma fatia substancialmente maior dos investimentos publicitários no Brasil e no mundo.

PRINCIPAIS ACHADOS:

Alcance incomparável: O rádio alcança 79% da população nas 13 regiões metropolitanas monitoradas no Brasil (Inside Audio 2025 / Kantar IBOPE Media).¹ Nos Estados Unidos, atinge 93% dos adultos mensalmente.² No Reino Unido, 86% da população adulta ouve rádio semanalmente.³ Na Alemanha, chega a 93,7% da população em quatro semanas.⁴ Na Argentina, o rádio alcança 98% da população semanalmente nas principais metrópoles.⁶ No México, 93,3% da população tem acesso ao sinal de rádio FM.⁷ Estimativas da União Internacional de

Telecomunicações (UIT) apontam para bilhões de ouvintes no mundo, com presença em áreas urbanas, rurais e remotas.⁵ O alcance do rádio é um fenômeno global e não tem rival entre os meios de comunicação.

¹ Pesquisa Kantar IBOPE Media, 2025 | ² Nielsen Audio Today, 2026 | ³ RAJAR Q4 2025 | ⁴

European Radio Observatory 2024-25 | ⁵ ITU, fev/2025 | ⁶ Kantar IBOPE Media Argentina, Inside Audio 2024 | ⁷ IFT, 2024

TEMPO DE ESCUTA EXPRESSIVO:

Os brasileiros dedicam em média 3 horas e 47 minutos por dia ao rádio, com o Rio de Janeiro liderando com 4h15, um dos maiores tempos de escuta do mundo. Dados: Pesquisa Kantar IBOPE Media, 2025.

   CREDIBILIDADE IMBATÍVEL:

O rádio é o meio mais confiável para os brasileiros (81%), muito acima de TV aberta (69%) e redes sociais (41%). Dados: Pesquisa Ponto Map + V-Tracker, 2025.

   LOCUTOR COMO INFLUENCIADOR:

65% dos ouvintes catarinenses consideram o locutor da rádio um influenciador, e 71% dos ouvintes no interior de Minas Gerais confiam na divulgação de produtos por locutores. O apresentador de rádio é o influenciador original: constrói relações de confiança ao longo de anos de presença diária, com vínculo genuíno com a comunidade que nenhuma plataforma algorítmica consegue replicar. Dados: pesquisas ACAERT/IRP 2024 e AMIRT/Kantar IBOPE Media.

   ROI ENTRE OS MAIORES DO MUNDO:

Com base em cerca de 25.000 campanhas reais em 50 países, o rádio entrega o 2º maior ROI entre todos os meios de comunicação, US$ 2,00 por dólar investido, superado somente por social media. Nos EUA, o ROAS (retorno sobre o investimento publicitário) médio atinge US$ 10,59 por dólar. Dados: Nielsen Global Compass, 2025; Nielsen Buyer Insights/Marketron, 2025.

   CONVERSÃO E ATENÇÃO COMPROVADAS:

43% dos ouvintes já compraram ou pesquisaram um produto após ouvir anúncio no rádio, e 56% prestam atenção nos anúncios, índice de receptividade que poucos meios alcançam. Dados: Inside Audio 2025 / Kantar IBOPE Media.

   RÁDIO 3.0, ECOSSISTEMA MULTIPLATAFORMA:

As emissoras de rádio são hoje plataformas de conteúdo completas. O rádio 3.0 mantém o áudio como matriz central e expande sua presença para FM, streaming, aplicativos, YouTube, podcasts, redes sociais, caixas inteligentes e eventos presenciais. 99 dos 100 maiores anunciantes do Brasil já utilizaram o rádio em suas campanhas, e o setor acumula 128 milhões de seguidores no Instagram (e centenas de milhões em todas as redes sociais). Dados: Inside Audio 2023 / Kantar IBOPE Media; DataReportal / Digital 2025: Brazil.

   Atenção sem concorrência: 58% dos ouvintes escutam rádio em casa e 27% no carro, dois ambientes em que o rádio ocupa contextos de atenção não disputada por telas. Lar e veículo são os principais pontos de contato do meio, com escuta frequentemente combinada ao longo do dia. Dados: Inside Audio 2025 / Kantar IBOPE Media.  

   CRESCIMENTO CONSISTENTE NO BRASIL:

 O investimento publicitário em rádio saltou de R$ 975,9 milhões em 2023 para R$ 1,108 bilhão em 2025, alta de 13,5% em dois anos, com crescimento real acima da inflação. Os dados do Cenp-Meios refletem exclusivamente investimentos via agências de publicidade; o mercado de atendimento direto das emissoras não está computado nessa série, o que significa que o volume real do setor é ainda maior. Dados: Cenp-Meios, 2025...

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Rádio 3.0: relevância e força de estratégia para o mercado publicitário

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